Sombras do inesperado


O post final de 2010, vem com um tom de reflexão… por mais que o reveillon não me atraia, pois imagino que essa é uma data criada pelos homens para que assim tenham um fôlego a mais para os 12 meses seguintes (“meses”, criação nossa tbm…), como se a partir daí, a nossa história tivesse um novo início. Sendo assim é impossível pelo menos para a pessoa que vos fala, deixar passar em branco, uma das maiores criações do homem… a contagem do TEMPO.

Falta-nos por muitas vezes a visão e sensibilidade para alcançar o que muitas vezes está implícito no nosso cotidiano. Mas para isso é preciso disciplina e paciência para a contemplação e a artista que fecha o  ano com chave de ouro tem de sobra…

Muito já se falou sobre Kumi Yamashita, para comprovar é só jogar o nome dessa grande artista japonesa no Google e verificar os tantos resultados e muitos deles em que a mencionam como homem, mas que pela foto que vi em seu site, visualmente aparenta ser uma mulher pequena, mas sem “sombra” de dúvidas com uma alma artística gigante.

Yamashita, não precisa de palavras para descrever seu trabalho, a não ser que delas possam ser extraídas sombras que jamais poderíamos imaginar. O que me fez lembrar de um pensamento de Clarice Lispector:

“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”

Contemplemos então, não só as luzes e  as cores, mas as sombras também!

Para ver mais acesse http://kumiyamashita.com/

Paz e Arte! Feliz 2011!!!

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